out 21, 2007
Elogio à corrupção do espírito.
Eis que me derrubo no abismo das vulgaridades. Cervejas, noites, danças. Suores, carnes, urros. Se religioso me considerasse, diria qual o Boca do Inferno:
Ofendi-vos, Meu Deus, bem é verdade,
É verdade, meu Deus, que hei delinqüido,
Delinqüido vos tenho, e ofendido,
Ofendido vos tem minha maldade.
Mas, em sendo leigo, apenas recolho-me ao não-arrependimento que é privilégio dos pecadores.






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