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Elogio à corrupção do espírito.

Eis que me derrubo no abismo das vulgaridades. Cervejas, noites, danças. Suores, carnes, urros. Se religioso me considerasse, diria qual o Boca do Inferno:

Ofendi-vos, Meu Deus, bem é verdade,
É verdade, meu Deus, que hei delinqüido,
Delinqüido vos tenho, e ofendido,
Ofendido vos tem minha maldade.

Mas, em sendo leigo, apenas recolho-me ao não-arrependimento que é privilégio dos pecadores.

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"Insanidade é fazer a mesma coisa uma e outra vez e esperar resultados diferentes."
Einstein