Psicologia dos seios
Existem partes do corpo que, sozinhas, expressam a personalidade de uma pessoa. Nas mulheres é inquestionável que esse papel é exercido principalmente pelos seios. De chofre vem o fato de apenas elas possuírem esta fonte de nutrição propriamente materna – tornando a nós, homens, seres menos sofisticados. É talvez por essa exclusividade que os mancebos querem a todo custo lamber, chupar, morder, acariciar os seios de suas amadas, num sentimento de curiosa ambição.
Pois bem. Há mulheres de seios túrgidos e densos, o que faz logo perceber nelas um ser faceiro e despretensioso, são aquelas que riem fácil, se encantam com o simples. Há os seios pequenos e redondos, que aproximam-se da perfeição esférica, não fossem os bicos salientes, prontos para enrijecer com qualquer estímulo. Esses representam bem a mulher recatada, admiradora das cores neutras, e que só se sentam de pernas cruzadas. Não se pode deixar de citar os seios piramidais, nem grandes nem pequenos, possuidores de um vértice ousado que ameaça a incolumidade dos nossos olhos. Cuidado com as mulheres portadoras de tais apetrechos. Não raro são pérfidas, destemidas e maquiavélicas – perigosa combinação.
Os mais críticos perguntarão dos seios murchos, caídos e enrugados. Seios que mostram a erosão feita pelo tempo na personalidade feminina: representação indubitável da austeridade de caráter, do costume e da adequação às leis da natureza e da vida humana. Por fim, o silicone. O exemplo, nos seios, da falsidade que é cultura no mundo atual. Os seios siliconados são os seios-marketing, são a deturpação do físico tentando alcançar o psicológico, que é inexorável.






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