Mais de mim.
Continuo contemplando as madrugadas na solidão do meu gabinete, e não creio haver algo de mais útil para fazer. Na próxima segunda-feira volto ao expediente, findam-se minhas férias – mas digo que esse não é necessariamente um incômodo para mim. O que tem sido um incômodo é falsear conversas e expressões de satisfação quando estou me relacionando com algumas pessoas. Como já disse aqui, conheço pouquíssimos seres extraordinários, de maneira que o contato com a maioria dos homens rende conversas triviais e pouco importantes.
Leio Naná, uma “jovem deixada muito cedo pelo seu próprio possuidor sério, caída em amantes equívocos“. É o primeiro contato que tenho com o francês Émile Zola.
Daqui para o domingo devo postar algo interessante por aqui. Por enquanto vou empurrando na goela de vocês a sordidez da minha rotina.






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