mar 26, 2008
Era uma moça de pele alva, certamente sensível ao sol, cabelos e olhos negros. “Água mineral sem gás, por favor” – pediu com voz saudável. Do banco do botequim, donde tomava um café dormido, olhava-a atento: quem dera dar-lhe o braço até sua charrete, e lá chegando levantá-la, acomodando seu magro corpo. Algumas moedas ao pajem, um olhar tendencioso de despedida para ela.






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