Sempre entendi que datas comemorativas pouco servem de reconhecimento aos seres comemorados – a não ser aos santos, que constantemente vigiam-nos, dizem os padres. Destarte, evoco o centenário da morte de Machado de Assis apenas para influenciá-los a ler qualquer coisinha do homem. É o que me cabe, a não ser o que os padres estejam certos e um dia eu possa apertar a mão daquele velho gago.
Um pouco de Pascal para digerir:
“O homem não passa, portanto, de disfarce, mentira e hipocrisia, tanto em face de si próprio como em relação aos outros. Não quer que lhe digam verdades e evita dizê-las aos outros; e todos esses propósitos, tão alheios à justiça e à razão, têm em seu coração raízes naturais”.






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