abr 8, 2008
O mister do filósofo é fugir da realidade e homiziar-se sob o cobertor das idéias. Ele quer sempre decepar-se da sensibilidade material para substituí-la por elementos teóricos algumas vezes impraticáveis. Há algo de poeta no filósofo – ambos cometedores dos delitos que galhofam do status quo.






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