Os ases para cima.
Há não sei que força aleatória(?) comandando a existência (destino?), onde os desencontrados passam a se reencontrar tão somente para marcar, com tal reencontro, uma coincidência tida como encanto. É assim que o romântico é enlaçado: ele vê o destino – ou o nome que quiserem dar – lançar dois dados à mesa, e se surpreende quando ambos mostram seus ases para cima. Esquece que os dados podem ser relançados, e nunca mais coincidirem, ou que nada impediria que tudo ocorresse diferente. Esquece até mesmo que os dados poderiam estar viciados…
O diabo é que não adianta dizer nada disso ao romântico…






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