nov 24, 2008
O cientista.
Se há um sujeito a ser admirado, esse é o cientista. Não o leigo instruído, com suas suposições falaciosas e discursos infundados. Refiro-me ao racionalista e à sua empáfia – notadamente um ser superior aos crentes desavisados. O cientista, e todas as suas questões insolucionadas, é o homem que salva-nos da vulgaridade comum, e nos apresenta alguma sofisticação, alguma elegância. Curvo-me, com um sentimentozinho de impotência, ao cientista.






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