mar 3, 2010
O peralta do Gógol
“Apesar de já haverem transcorridos oito anos desde as suas bodas, cada um deles ainda trazia para o outro, todos os dias, ora um pedacinho de maçã, ora uma balinha, ora uma avelãzinha, e dizia em tom comovente e terno, expressando um amor total: ‘Abre, benzinho, a boquinha, que eu te darei este bocadinho’.”
Que peralta, este Gógol, não?






Um comentário
Bia Ferreira
Não conheço o Nikolai Gogol, é trecho do Almas Mortas?
mar 3rd, 2010
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