ago 22, 2010
Oxigênio.
Vivo em uma cidade provinciana e deveras desidiosa com as artes. Feira de Santana, um agreste município de coronéis e famílias, digamos, nobres. Ou melhor, em itálico e aspas: “nobres”.
Por isso, venho fazer apologia a duas fantásticas iniciativas: a Revista Transa e o Feira Coletivo Cultural. Oxigênio para os pulmões de qualquer desacreditado feirense.






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