Categoria: Literatura

Metafísica do Amor

Li a Metafísica do Amor, de Schopenhauer – o carrasco do lirismo. Percebam: “O fato de um homem estar enamorado produz frequentemente fenômenos cômicos, e às vezes trágicos; em ambos os casos porque ele, possuído pelo espírito da espécie, é agora dominado por este e não mais se pertence: assim, sua ação é inadequada à do indivíduo”. O “espírito da…

Amor ou ódio?

“Um simples desejo, considerado isoladamente, não é melhor nem pior do que qualquer outro; mas um grupo de desejos será melhor do que um outro se todos os desejos que o compõem se realizarem simultaneamente, ao passo que, no outro grupo, forem incompatíveis entre si. Eis por que o amor é melhor que o ódio” – Bertrand Russell

Melville

Comecei Moby Dick, de Melville. O interesse é menos por baleias e mais pelo autor, que fez a obra-prima Bartebly, o Escrivão – um sujeito peculiarmente interessante, pois desdenhoso e desobediente, embora burocrata. Não é que o velho Herman tem uma cara barteblyana? Hmm… Desdenhoso e burocrático. Vamos à baleia!