náusea
o homem que sabe amar a mais caprichosa das damas, a solidão, sempre terá alguma felicidade a desenvolver…
A política tem a curiosa peculiaridade de fazer com que o sujeito a ela dedicado enxergue apenas através de seus olhos. Passam urubus em seu céu e está ele a conjecturar que sejam espiões a querer intimidá-lo. Nada deixa de ser política ao homem que nela vive.
Pior que isso só a sanha do homem traído. Não há o que lhe resista à ideia do adultério.
Não há.
Aonde está dito que o poema é para ser entendido? Não, não digo que a poesia não possa ser interpretada, mas, de algum modo, a interpretação é avessa ao entendimento. Vê-se um povinho a enxotar a crucial possibilidade do poema, a desconexão e a a-linearidade.
Sugiro que se assista novelas na televisão. Sem mais.
aliás, um blogue é um instrumento de manifestação de afeto dum sem-o-que-fazer para outros sem-o-que-fazer. já que me vejo atarefado, ignoro-os. é o que ocorreria com o meretrício, caso acertasse na loteria.
bon appétit
As recomendações da semana (ver menu ao lado):
Música: Janis Joplin In Concert
Cinema: O Poderoso Chefão
Fotografia: Miriam Bottan
Blog: Marconi Leal
Meu riso endiabrado
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